As
vezes me sinto tão ridículo quando termino de rabiscar algumas letras,
formando palavras poéticas, transformando poemas, poemas de amor, poemas
momentâneos também, talvez. Momento de sensibilidade? Complexidade?
Será(ão) imaturo(s)? Ou passageiro(s) mesmo???
É, Talvez...
(Profo Gilvan Lorenço França)
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Descobrindo que aquele amor verdadeiro entre duas pessoas não existe,
aquela promessa de fidelidade e felicidade para sempre é uma otopia,
aquelas palavras de "Eu te amo" é tudo fantasia de momentos metafóricos/hiperbólicos;
Vendo que amor de verdade só o de Deus e dos pais;
Percebendo que a decepção é sempre constante,
que a dor é um martírio passageiro,
que a paixão avassala, machuca, deixa marcas, mas é sem vergonhas porque nunca toma jeito.
Que relacionamento é um contrato por tempo (in)determinado,
e que a saudade nunca é bem vinda, porém vem sem permissão,
mais também prova que vivendo-a revive momentos, pessoas (...)
Sabendo que pessoas fingem, mentem e machucam e não se desculpam.
Que o dinheiro está acima de todos os hipócritas, e que investem em comprar pessoas, o corpo delas, mas não a alma das mesmas.
Que o ser humano é invejoso a tal ponto de adoecer e entristecer porque você está bem.
Que a macumba do mundo é o ódio, ainda a inveja.
Que só se ajuda por interesse.
Que não se agradece mais com o coração, mas sim com papel Real.
E que chorar só de raiva e desgosto, não mais de saudade, nem de amor.
Como chorar de amor?
Só se for de saudade do amor?
Mais ainda sim... seria fraqueza? Frescura? Covardia?
Que amigos são poucos, e quase não os tenho.
Que mãe só tem uma.
Que o dia amanhece, assim como a tarde anoitece.
Que trabalhar é bom, mas cansa.
Que comer é muito bom, mas mata, e se não comer morre.
Que aprender nos deixa cultos, mas ensinar nos deixa felizes...
Que a natureza é perfeita até não ter o pau torto.
Descobrindo mais ainda que estou envelhecendo e as pessoas mais ainda desaprendendo.
... desaprendendo a viver.
Por isso hoje deixo meus agradecimentos ao céu que me permite sonhar na sua infinidade, ao ar que me permite respirar sem cobrar impostos, a água que me purifica, ao fogo que me aquece, a Deus que me criou em sua bondade e perfeição,
aos amores que nunca existiram, às pessoas irracionais, frias e desatentas, a ópera/música que consegue dilacerar minha alma e meu sorriso enebriante; aos alunos sempre atentos, curiosos e dorminhocos; à minha profissão que me ensinou a mais linda das artes...
A arte de ensinar.
(Gilvan Lourenço França)
aquela promessa de fidelidade e felicidade para sempre é uma otopia,
aquelas palavras de "Eu te amo" é tudo fantasia de momentos metafóricos/hiperbólicos;
Vendo que amor de verdade só o de Deus e dos pais;
Percebendo que a decepção é sempre constante,
que a dor é um martírio passageiro,
que a paixão avassala, machuca, deixa marcas, mas é sem vergonhas porque nunca toma jeito.
Que relacionamento é um contrato por tempo (in)determinado,
e que a saudade nunca é bem vinda, porém vem sem permissão,
mais também prova que vivendo-a revive momentos, pessoas (...)
Sabendo que pessoas fingem, mentem e machucam e não se desculpam.
Que o dinheiro está acima de todos os hipócritas, e que investem em comprar pessoas, o corpo delas, mas não a alma das mesmas.
Que o ser humano é invejoso a tal ponto de adoecer e entristecer porque você está bem.
Que a macumba do mundo é o ódio, ainda a inveja.
Que só se ajuda por interesse.
Que não se agradece mais com o coração, mas sim com papel Real.
E que chorar só de raiva e desgosto, não mais de saudade, nem de amor.
Como chorar de amor?
Só se for de saudade do amor?
Mais ainda sim... seria fraqueza? Frescura? Covardia?
Que amigos são poucos, e quase não os tenho.
Que mãe só tem uma.
Que o dia amanhece, assim como a tarde anoitece.
Que trabalhar é bom, mas cansa.
Que comer é muito bom, mas mata, e se não comer morre.
Que aprender nos deixa cultos, mas ensinar nos deixa felizes...
Que a natureza é perfeita até não ter o pau torto.
Descobrindo mais ainda que estou envelhecendo e as pessoas mais ainda desaprendendo.
... desaprendendo a viver.
Por isso hoje deixo meus agradecimentos ao céu que me permite sonhar na sua infinidade, ao ar que me permite respirar sem cobrar impostos, a água que me purifica, ao fogo que me aquece, a Deus que me criou em sua bondade e perfeição,
aos amores que nunca existiram, às pessoas irracionais, frias e desatentas, a ópera/música que consegue dilacerar minha alma e meu sorriso enebriante; aos alunos sempre atentos, curiosos e dorminhocos; à minha profissão que me ensinou a mais linda das artes...
A arte de ensinar.
(Gilvan Lourenço França)
Hoje a noite não tem poema nem poesia,
tem amor, meu amor, nosso amor.
Tem nós dois no mais profundo e sincero dos sentimentos, amor.
Eu te amo na mais sincera e inesgotável canção, o amor,
O nosso amor.
Eu te amo sem razão, sem medo, sem destino.
Mas para que quero razão, quero ter medo, quero destino,
se já tenho você,
e você já é meu tudo, minha razão de viver, de amar,
é, de amar...
Te amo, amor!
(Gilvan Lourenço França - 01h37)
tem amor, meu amor, nosso amor.
Tem nós dois no mais profundo e sincero dos sentimentos, amor.
Eu te amo na mais sincera e inesgotável canção, o amor,
O nosso amor.
Eu te amo sem razão, sem medo, sem destino.
Mas para que quero razão, quero ter medo, quero destino,
se já tenho você,
e você já é meu tudo, minha razão de viver, de amar,
é, de amar...
Te amo, amor!
(Gilvan Lourenço França - 01h37)
Amor só é amor quando entre duas pessoas acabam sendo tudo uma para a outra,
e o mundo precisa de relacionamentos assim, é preciso se entregar uma para a outra, completamente, sem medo, sem receios...
Somos dois, em um corpo, em uma mente, em só coração.
Te amo!
(Gilvan Lourenço França - 32/05/2013 às 23h00)
e o mundo precisa de relacionamentos assim, é preciso se entregar uma para a outra, completamente, sem medo, sem receios...
Somos dois, em um corpo, em uma mente, em só coração.
Te amo!
(Gilvan Lourenço França - 32/05/2013 às 23h00)
E quando meu olhar cruza ao teu,
quando nossos lábios se encontram,
nossos corpos se enroscam,
nossas línguas de enlaçam,
nossos hormônios enlouquecem,
nossos ais se intensificam.
E nós cansados (...)
Suados,
dizemos,
juntos...
Você é a única razão para tudo isso em mim
e em minha vida.
Te amo como nunca amei uma outra pessoa de outrora.
(Gilvan Lourenço - 05/06/2013)
E quando a gente reencontra o amor de nossa vida?
(...)
Só nos resta viver e reviver,
esse grande amor, intensamente, novamente.
Eu te amo com saudade,
Eu te amo com vontade,
Eu te amo na mesma intensidade do nosso primeiro encontro,
Eu te amo numa proporção, absurdamente única.
Eu te amo porque eu sempre soube, e sei,
que és, e sempre serás, a pessoa certa para minha vida,
que me encanta, me domina e me possuis,
assim com tuas mãos delicadas e firmes.
Assim com teu afago e abraço protetor, também firmes.
Eu te amo pela tua estúpida grosseria de sentir ciúmes e insegurança de mim.
Eu te amo pela ausência não mais constante em minha vida(entre nós).
Eu te amo pelos nossos planos juntos.
Eu te amo quando me liga nas madrugadas sentindo falta/saudade de mim.
Eu te amo pela proibição de nosso amor, de estarmos juntos.
Eu te amo muito além do âmago de minha alma.
Eu te amo porque meu corpo te chama em chamas,
te pede e te merece em deleitos ao teu, assim suados
e amordaçados de prazer.
Sem delongas...
Te amo somente, amor!
(Gilvan Lourenço - 08/06/13)
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